Segredos de copywriting que o seu guru não te conta…

Segredos de copywriting que o seu guru não te conta…

Uma coisa que os gurus do mercado digital não vão te falar é que copywriting não pode ser resumido num checklist.

Quando ouvi pela primeira vez sobre copywriting foi através de um desses gurus, que promovia um curso que ensinava empilhamento de gatilhos mentais.

É claro que, à época, não entendi bulhufas de como transformar aquilo em uma carta de vendas.

Foi seguindo e conversando com copywriters da cena mais “underground” do mercado brasileiro que realmente entendi o que é, de fato, copywriting.

Com eles aprendi que leitura de clássicos da literatura, por exemplo, é um dos melhores cursos para a profissão de copywriter.

Muito se fala sobre detectar as dores e os desejos da persona e manter uma comunicação emocional no conteúdo de uma carta de vendas.

Mas como você coloca isso tudo ali, em um texto, de maneira natural, sem parecer forçação de barra?

O que você precisa ter, além dos gatilhos mentais, é o domínio da linguagem a ser utilizada.

É preciso usar coisas que você aprendeu na escola, que você não lembra o nome hoje, mas que fazem muito efeito no entendimento das pessoas sobre sua mensagem.

Uma boa copy precisa soar como uma conversa na cabeça do leitor.

Apenas ficar encaixando aquela aquela lista de palavras que atiçam o croc-brain, como se o texto fosse não mais que um tétris semântico, não é o suficiente.

Você precisa saber escrever como se fala… teclar como se conversa.

O uso de perguntas retóricas, por exemplo, é um excelente artifício para envolver o leitor em uma conversa.

As figuras de linguagem também são grandes aliadas nesse sentido.

Poucos enxergam o valor do uso de metáforas, hipérboles, prosopopéias e sinestesias, e até mesmo um pouco da ironia (por que não?). Esses são verdadeiros ganchos no baço da guarda emocional do leitor (como por exemplo, essa frase que acabei de usar).

São aquelas “chatices” que aprendemos no ensino fundamental, aquelas regrinhas chatas que ninguém se lembra.

Veja só um exemplo: eu poderia falar para você ter cuidado com promessas de falsos gurus, pois seguindo seus conselhos corre-se o risco de perder dinheiro…

… mas é muito mais impactante se eu te disser o seguinte:

“Cuidado com os profissionais que você segue neste mercado, pois ele está infestado de larápios impostores que querem se aproveitar de quem ainda não tem experiência. Você pode acabar sacrificando todo o dinheiro suado que você conquistou dando o sangue durante todos esses anos.”

A sinestesia da expressão “dinheiro suado” envolve o leitor não só a nível mental… leva o texto para o corpo do leitor, no momento presente, mantendo a atenção nas palavras.

Duvida? Podemos fazer um exercício agora…

Você sabia que hoje em dia é cada vez mais comum as pessoas desenvolverem problemas na coluna por manterem uma má postura enquanto usam celulares e computadores?

… ao ler o parágrafo anterior, é muito provável que você tenha endireitado a sua coluna, ou mesmo tentado adaptar o seu corpo, agora mesmo, em uma (forçada) boa postura.

Para usar bem a linguagem em um texto, a fim de deixá-lo fluido como uma conversa, você não precisa ficar decorando novamente todas aquelas regras de português que havia esquecido.

Olha só, você nem precisa lembrar. Basta saber usar, mesmo sem saber tecnicamente o que é.

Você precisa apenas incorporá-las na sua maneira de pensar um conteúdo escrito.

Para consolidar o entendimento desses elementos na sua cabeça e começar usá-los você só precisa ler coisa boa. Ler os clássicos da literatura.

Logo seu cérebro irá absorver o modo de escrita e você começará a mimetizar no exercício da escrita.

Esse tipo de “sacada” os gurus não querem te passar.

Aliás, esse tipo de ensinamento você só consegue quando você vai a fundo e conversa com as pessoas que também se dedicam de verdade a escrever redações publicitárias persuasivas.

Por isso é importante se cercar de profissionais realmente atuantes nessa profissão, aqueles que escrevem de verdade, e não apenas ouvir aqueles que sobem no palco para falar sobre o que a equipe deles está executando.

E você pode se “cercar” (digo, estar em contato digitalmente) de pessoas desse meio a partir de agora.

Seja você um empresário ou pequeno empreendedor que busca uma comunicação que venda mais de suas ofertas; ou um profissional que produz conteúdo e quer aprender como se escreve para vender… eu tenho um convite para te fazer.

Entre em contato comigo e vamos conversar sobre copywriting. Será um prazer te indicar sugestões de conteúdo realmente útil e relevante sobre assunto, além de apontar estratégias para aplicar isso no seu negócio para aumentar suas vendas.

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Esta postagem tem 2 comentários

  1. Artigo sensacional Bruno, esse é um esclarecimento que o mercado precisa.
    Abraço.

    1. Que bom que gostou, Gustavo!

      Copywriting é um campo de conhecimento muito abrangente, há muito o que ser explorado, aprendido e ensinado.
      Aqui no blog da Marve procuramos desenvolver esse debate por diversos prismas.

      Obrigado pela seu comentário! =)

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